sexta-feira, 26 de maio de 2017

Briófitas - Pteridófitas - Biodiversidade - Princípios da Biogeografia

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Esquemas resumidos Briófitas, Pteridófitas, Gmnospermas e Angiospermas clique aqui

PRINCÍPIOS DA BIOGEOGRAFIA

1 – A distância por si só não determina o grau de afinidade biogeográfica entre duas regiões; áreas muito separadas podem compartilhar muitos táxons similares em nível de gênero ou família, enquanto que aquelas muito próximas podem exibir diferenças  notáveis e até mesmo anômalos. Lei de Buffon.
2 - O clima tem um grande efeito na similaridade taxonômica entre duas regiões, mas as relações nem sempre lineares.
3 – Os pré-requisitos para determinar padrões  biogeográficos são: conhecimento detalhado de todas as distribuições dos organismos através  do mundo; uma classificação verdadeira e natural de todos os organismos; a aceitação da teoria da evolução; detalhando conhecimento das formas  extintas; e o conhecimento do assoalho oceânico e da estratigrafia para reconstruir antigas conexões geológicas ás massas continentais.
4 – O registro fóssil é uma evidência positiva para antigas migrações de organismos.
5 – A atual biota de uma área é fortemente influenciada pelas últimas séries de eventos geológicos e climáticos; estudos paleoclimáticos são muito importantes para analisar os padrões existentes de distribuição
6 – A competição, a predação e outros fatores bióticos exercem um importante papel na distribuição, dispersão extinção da flora e da fauna.
7 – Amplitudes descontínuas podem ocorrer por intermédio da extinção em áreas intermediárias ou através da fragmentação de habitats.
8 – A especiação pode ocorrer através do isolamento geográfico de populações que subsequentemente se adaptam ao clima local e ao habitat.
9 – A disjunção de gêneros é indicativa de maior antiguidade do que  espécies únicas, o mesmo ocorrendo com categorias taxonômicas mais elevadas.
10 –  Dispersão a longa distância não é apenas possível, como também  é o meio provável de colonização  de ilhas distantes através de barreiras oceânicas; alguns táxons possuem uma maior capacidade de cruzar tais barreiras do que outros.
11 –  As distribuições de organismos não adaptados à dispersão a longa distância  constituem uma boa evidência de antigas conexões continentais.
12 –  Na ausência de predação e competição, os organismos em massas continentais isoladas podem sobreviver e diversificar.
13 –  Quando duas massas continentais são reunidas após um longo período de separação, podem  ocorrer extinções porque muitos  organismos  encontrarão novos competidores.
14 – Os processos que atuam hoje podem não ter a mesma intensidade daqueles que existiam no passado.
15 – As ilhas do mundo podem ser classificadas em três principais categorias biogeográficas: ilhas continentais recentemente separadas do continente-mãe, ilhas continentais separadas do continente-mãe em tempos pretéritos e ilhas oceânicas de origem vulcânica e coralínea. As biotas de cada tipo de ilha estão intimamente relacionadas à sua origem.
16 – Estudos de biotas insulares  são importantes porque as relações  entre distribuição, especiação e adaptação são mais fáceis de serem visualizadas e compreendidas.
17 – Para analisar a biota de qualquer região em particular, é necessário determinar não só a distribuição de seus organismos nesta região, mas também as distribuições de seus parentes mais próximos.

quarta-feira, 29 de março de 2017

Projeto Biogeografia 2017

Clique aqui para baixar o modelo.

Projetos Biogeografia Geral - 2017

Projeto de Biogeografia*
* Projetos entregues fora dessa norma serão zerados.
Titulo

Biogeografia no quarto ano de Geografia: projeto de pesquisa

Proponentes

Mauro Belo
Mauro Lindo
Mauro Maravilhoso


Objetivos

Incluir os objetivos de sua pesquisa.

Justificativa

Esse item é considerado um dos mais importantes nele você tem que argumentar porque este projeto deve ser aprovado e realizado.

Fundamentação teórica

Não há limites de página para fundamentação, nela o acadêmico deve mostrar seu conhecimento sobre o assunto conforme as análises das referências encontradas.Lembre-se quanto mais melhor. EM QUE ESTA FUNDAMENTADA A SUA PESQUISA, QUEM FEZ TRABALHOS PARECIDOS COM O QUE VOCÊ PRETENDE, QUE RESULTADOS CONSEGUIRAM. A EQUIPE QUE REALIZAR PLÁGIO OU CÓPIA SEM ANÁLISE DE CONTEÚDO TERÁ SEU PROJETO ZERADO.

Caracterização da área de pesquisa

Fazer descrição geográfica da área clima, vegetação, ocupação, etc... é obrigatório colocar mapa.

Materiais e métodos

Aqui serão descritas e referenciadas as técnicas que serão utilizadas para a realização do projeto, ou seja como a pesquisa será feita.

Metas

Colocar as metas de sua pesquisa, não confundir com objetivos. Metas por exemplo são resultados que sua pesquisa poderá trazer de maneira objetiva. Por exemplo, participação em eventos cientíticos; apresentação dos resultados da pesquisa para a câmara dos vereadores, obtenção de nota no processo de avaliação na disciplina de biogeografia geral – etc...


Cronograma
ATIVIDADES

M
A
M
J
J
A
S
O
N

Aprovação do projeto
x
x








Fichamento bibliográfico

x
x
x






Atividade de campo*


x
x






Entrega do primeiro relatório



x


















































* As atividades de campo devem obrigatoriamente ser avisadas para professor com antecedência de uma semana, caso isso não ocorra a atividade não será validada para fins de relatório e nota.


Referências

Seguir norma 6022 da ABNT

Plano de Ensino de Biogeografia Geral - 2017

PLANO DE ENSINO 2017

CAMPUS:
Campo Mourão
CURSO:
Geografia
DISCIPLINA:
BIOGEOGRAFIA GERAL
SÉRIE:
4º ANO
TURMA(S):
Noturno
ANO LETIVO:
2016
DOCENTE
MAURO PAROLIN
CARGA-HORÁRIA ANUAL:
Teórica: 72
Prática: 36
  



1. EMENTA DA DISCIPLINA NO CURSO
Estudo das interações entre os seres vivos e seu ambiente em escala global, continental e local; estudos dos principais biomas naturais e daqueles criados pelo homem.

2. OBJETIVOS DA DISCIPLINA NO CURSO
Que o aluno compreenda o papel que os seres vivos em geral e particularmente as formações vegetais exercem na organização do espaço geográfico, uma vez que a cobertura viva do solo é um elemento importante da paisagem, tanto natural como humanizada.

3. PROGRAMA DA DISCIPLINA
Fundamentos de Ecologia
- Conceitos ecológicos
- Interações intra e interespecífica e noção de nicho ecológico.
- Leis da ecologia populacional
- Dinâmica dos ecossistemas (geobiocenoses): sucessão; clímax; subclímax; disclímax e regressão.
- Níveis, redes e cadeiras tróficas de um ecossistema.
- Produtividade biológica: níveis de energia em diferentes ecossistemas
Introdução à botânica e zoologia
- Especiação
- Nomenclatura botânica e zoológica.
- Fotossíntese
- Briófitas, Pteridófitas, Gimnospermas e Angiospermas.
- Zoneamento biogeográfico
- Estudos de distribuição (zoologia e botânica), métodos técnicas e aplicações.
- Tipologias vegetais (Brasil).
- Resolução CONAMA 391/2007.
Biogeografia ecológica e histórica
- Princípios biogeográficos
- Teorias biogeográficas
- Teoria dos refúgios
- Paleobiogeografia
- Equivalência ecológica
Introdução à biogeografia isotópica e molecular
Biodiversidade
- Padrões de biodiversidade
- Índices de biodiversidade
- Mapeamento com base nos estudos de biodiversidade
Os grandes biomas
- Tundra
- Taiga
- Floresta temperada
- Floresta de coníferas
- Savanas
- Florestas tropicais
- Pradarias
- Chaparral
- Desertos
Biomas brasileiros
- Bioma Amazônia
- Bioma Caatinga
- Bioma Cerrado
- Bioma Mata Atlântica
- Bioma Pantanal
- Bioma Pampa
Biogeografia do Estado do Paraná
Técnicas de trabalho de campo em biogeografia
- Introdução à pesquisa em biogeografia
Os seres vivos no contexto das atividades humanas.
- Elementos de educação ambiental

4. METODOLOGIA DE TRABALHO DO PROFESSOR NA DISCIPLINA
Atividades teóricas na forma de seminários, aulas expositivas e questões de reflexão, envolvendo o tema da disciplina. Atividades com filmes, atividades de campo e de laboratório.

5. AVALIAÇÃO DA DISCIPLINA NO CURSO
As avaliações serão realizadas com base em provas, trabalhos de campo e gabinete, além de seminários.

6. BIBLIOGRAFIA BÁSICA DA DISCIPLINA
BROWN, J. H.; LOMOLINO, M. V. Biogeografia. Ribeirão Preto: FUNPEC-Editora. 2006, 692p.

CARVALHO, C. J. B.; ALMEIDA, E. A. B. Biogeografia da América do Sul - padrões e processos. Porto Alegre: Editora Roca, 2011, 328p.

COX, C.B.; MOORE, P. D. Biogeografia: uma abordagem evolucionária. Rio de Janeiro: LTC, 2009, 398p.

ODUM, E. P. Ecologia. Rio de Janeiro, Editora Guanabara, 1988.

ODUM, E. P.; BARRETT, G.W. Fundamentos de Ecologia. São Paulo: Thomson. 2007, 612p.

RIKLEFS, R. A economia da natureza. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003, 542p

7. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR DA DISCIPLINA
AB’SABER, A. Os domínios de natureza no  Brasil: potencialidades paisagísticas. São Paulo: Ateliê Editoral. 2003, 160p.

BRAUN-BLANQUET, J. Fitosociologia - bases para el estudio delas comunidades vegetales. Madrid. H. Blume Ed. 1979.

BUFFALOE, N.D. Diversidade de plantas e animais. São Paulo. Ed. Edgard Blücher/EDUSP. 1974.

CAILLEUX, A. Biogeografia mundial. Lisboa, Ed. Arcádia. 1967.

TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em Ecologia. Porto Alegre: Artmed, 2006, 592p.

DAJOZ, R. Ecologia geral. Petrópolis. Ed. Vozes. 1979.

ELHAY, R. Biogéographie. Paris. Ed. Armand Colin. 1968.

FERRI, M.G. Vegetação brasileira. Belo Horizonte, Ed. Itatiaia/São Paulo, EDUSP. 1980.

FERRI, M. G.; GOODLAND, R. Ecologia do cerrado. Belo Horizonte, Ed. Itatiaia/São Paulo, EDUSP. 1979.

HAGGET, P. Geography: a modern synthesis. Nova Iorque. Harper International Ed. 1972.

MAACK, R. Geografia física do Estado do Paraná. Curitiba. Banco de Desenvolvimento do Paraná. 1968.

MARGALEF, R. Ecologia. Barcelona. Ed. Omega. 1980.

MILLER, G. T. J. Ciência ambiental. São Paulo: Thomson. 2007, 124p.

MORENO, C. E. Métodos para medir la biodiversidad. M&T-Manuales y Tesis SEA, VOL. 1. Zaraoza, 84p.

RADAMBRASIL Fitogeografia brasileira: classificação fisionômico ecológica da vegetação
neotropical. Salvador. Bol. Téc. Projeto RADAMBRASIL. Sér. Vegetação. 1982.

RIZZINI, C. T. Tratado de fitogeografia do Brasil. v. l e 2. São Paulo. Ed. Hucitec/EDUSP. 1976.

SIMMONS, I.G. Biogeografia natural y cultural. Barcelona. Ed. Omega. 1982.

TROPPMAIR, H. Biogeografia e meio ambiente.Rio Claro. Impress. Graff. 1989.

WALTER, H. Vegetação e zonas climáticas. Tratado de ecologia global. São Paulo Ed.Pedagógica e Universitária - EPU. l986.




Mauro Parolin
Professor da disciplina
Sandra Terezinha Malysz
Coordenadora do Colegiado de Curso